Avaliação do ativo
Identificação do equipamento, histórico de uso, setor e critérios técnicos que fundamentam a desativação.
Quando um equipamento deixa de servir ao atendimento, a instituição precisa desativá-lo com critério, evidência e destinação correta. A BTM Residual conduz esse processo para clínicas, laboratórios e hospitais.
Identificação do equipamento, histórico de uso, setor e critérios técnicos que fundamentam a desativação.
O equipamento deixa de operar como dispositivo assistencial. O processo é registrado para o dossiê da instituição.
Destinação final compatível com a natureza do ativo e emissão do laudo técnico de desativação.
Um encerramento formal do ativo, adequado ao controle patrimonial e à gestão de resíduos da unidade.
Documento de desativação com dados do equipamento, critérios técnicos, destinação e responsabilidades.
Fotos da descaracterização e demais comprovações necessárias ao arquivo da engenharia clínica ou da qualidade.
Canibalização técnica, destinação como resíduo, devolução comercial ou doação institucional — conforme o caso.
Equipamento médico-hospitalar fora de uso continua sendo um ativo regulado. Descarte improvisado expõe a instituição a risco ambiental, patrimonial e assistencial. A BTM Residual estrutura a desativação para que o encerramento do bem fique documentado, rastreável e alinhado às referências do setor — da Política Nacional de Resíduos Sólidos às resoluções aplicáveis da Anvisa.
Envie modelo, número de série, setor e a situação do ativo. A equipe retorna com o próximo passo.